Um policial, em condição de anonimato, confirmou a informação. Depoimentos e testes garantiram que o "Rei do Pop" tinha níveis letais do analgésico Propofol no sangue quando morreu, em 25 de junho. O documento aberto nesta segunda permitiu que policiais vasculhassem nos escritórios e armazéns do médico particular de Jackson, Conrad Murray. De acordo com a procuração, Murray tratou a insônia do cantor com o sedativo por seis semanas.
Segundo o documento, Murray afirmou que estava tentando fazer com que Jackson "desacostumasse" do poderoso sedativo, aplicando doses menores em combinação com os medicamentos Lorazepam e Midazolam.
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